quinta-feira, fevereiro 18

Dançando na Chuva


Sinto um vento forte em minha face, adentrando minhas narinas e cheirando terra. Depois vêm as pequeninas gotas molhadas em meu corpo, alertando-me de que está na hora. A brisa é fresca e arranca as flores do Ipê, arrastando-as até onde a vista alcança. As gotas aumentam, caem agora velozmente em todos os lugares, me enxarcando rapidamente e lavando minha alma de todas as coisas ruins. Ah, chuva, que saudade!

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